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Notícias » Ressonância de corpo inteiro.Exame sem radiação para patologias que afetam todo o corpo

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16/09/2018

A ressonância magnética de corpo inteiro é uma aliada que não utiliza radiação para o diagnóstico e acompanhamento de doenças que atingem os sistema esquelético e tecidos moles.

Adicionada às técnicas atuais, a RM (ressonância magnética) de corpo inteiro tornou-se uma ferramenta para o estudo, por meio de imagens, das patologias difusas do sistema esquelético, além de muito importante na condução clínica de doenças neoplásicas primárias e secundárias que afetam a medula óssea.

Se comparado aos exames de cintilografia óssea e tomografia por emissão de pósitrons, o método apresenta alta sensibilidade e especificidade na detecção e, principalmente, no controle de tratamento de metástases ósseas, mieloma múltiplo e linfoma. Recentemente, ele vem ganhando importância na

avaliação e no seguimento, sem exposição à radiação, de doenças reumáticas, como as espondiloartropatias inflamatórias (espondilite anquilosante) e a artrite reumatoide, nos múltiplos infartos ósseos, na osteomielite multifocal e nas malformações vasculares extensas, inclusive em crianças.

 

Além de facilitar o acompanhamento de doenças que envolvem o sistema osteoarticular, a RM de corpo inteiro possibilita a avaliação simultânea de órgãos e de tecidos moles adjacentes, fornecendo novas informações ao diagnóstico musculoesquelético. Permite ainda a aquisição de imagens localizada sem áreas tumorais de maior importância clínica no tratamento, tais como as submetidas à radioterapia, podendo fazer a diferenciação entre tumores e as fraturas por insuficiência óssea, por exemplo.

 

Na MED – Medicina Diagnóstica, pacientes com até 250 kg podem ter acesso a tal exame, pois o equipamento possui uma abertura maior que a convencional e corpo mais compacto.


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