central de agendamento

16 3514 0700  

16 99745 1338

16 99745 1338

Notícias » Mais qualidade nas imagens diagnósticas de punho, joelho e tornozelo

« VOLTAR


13/05/2019

Mais qualidade nas imagens diagnósticas de punho, joelho e tornozelo


Dr Claudio Benedini Laguna, CRM/SP 85809, especialista responsável pela área de musculoesquelético da MED – Medicina Diagnóstica fala sobre a importância do uso de bobinas específicas para a visualização dos detalhes das pequenas articulações:

- Enxergar com riqueza de detalhe alterações nas articulações é essencial para um diagnóstico preciso e para a cura do paciente com  problemas ortopédicos. Os aparelhos colocados ao redor da área a ser verificada durante a realização  de um exame de ressonância magnética − chamados de bobinas – devem ser específicos para as diferentes áreas do corpo. Por meio de imagens com maior riqueza de detalhes, realizadas com essas bobinas, é possível identificar de maneira mais particularizada as alterações em pequenas articulações como punho, joelho e tornozelo. Os achados destes estudos orientam o tratamento clínico e cirúrgico do paciente, pois permitem melhor detalhamento das estruturas anatômicas e, consequentemente, uma melhor precisão  diagnóstica. A tecnologia das modernas ressonâncias unidas à utilização dessas ferramentas também acrescenta maior precisão no diagnóstico de partes do corpo que são difíceis de serem alcançadas, se não forem utilizadas bobinas específicas, como é o caso de pequenas articulações e de estruturas neurovasculares de pequenas dimensões. A equipe de médicos radiologistas em musculoesquelético da MED - Medicina Diagnóstica, sendo parte dela também atuante na Europa, conta com todos esses recursos, buscando atingir o “state of art” do diagnóstico musculoesquelético. A MED – Medicina Diagnóstica tem como filosofia investir continuamente em aperfeiçoamentos e inovações, que incluem desde equipamentos e novos exames até ferramentas tecnológicas utilizadas nos seus aparelhos, para se chegar aos mais sutis pormenores diagnósticos, pois são eles que podem fazer a diferença no tratamento de um paciente. 


Fonte: